Olá, meu nome é Isabela, e vou compartilhar uma lembrança que me faz suar só de lembrar. No início de 2023, eu estava solteira e aproveitava a vida sem amarras. Sou uma morena de tirar o fôlego, com longos cabelos cacheados que caem delicadamente pelos ombros. Meus lábios carnudos convidam o desejo e meu corpo, esculpido pela genética e muita malhação, exala sensualidade a cada passo. Minha bunda é redonda e empinada, um convite ao pecado, enquanto meus seios médios desafiam a gravidade, prontos para serem admirados e tocados.
Certo dia, convidei meu melhor amigo, Gabriel, para um final de semana relaxante em uma casa com uma piscina privativa. A ideia era simples: passar momentos agradáveis, rir, se bronzear e aproveitar a água refrescante. O sol escaldante derramava sua luz sobre nós, deixando nossos corpos à mostra em trajes mínimos, prontos para serem banhados pelo calor intenso. Gabriel, dono de um charme desconcertante, exibia seu físico atlético e um sorriso sedutor que me fazia perder a compostura.
Enquanto tomávamos drinks e ríamos de bobagens, propus uma brincadeira inocente: aulas de natação. O que eu não esperava era que a lição se transformaria em um mergulho profundo em desejos ocultos e pulsantes. No momento em que mergulhei na água gelada, senti a mão forte de Gabriel guiando meu corpo pela piscina, seus dedos roçando intencionalmente em locais proibidos, despertando sensações ardentes que eu jamais imaginaria experimentar com meu amigo.
A proximidade física era intoxicante, nossas respirações se misturando em um balé erótico de cumplicidade velada. “Assim que seus braços se movem, seus quadris devem seguir”, sussurrou Gabriel em meu ouvido, sua voz rouca ecoando desejo e permissão. Cada toque, cada olhar, cada gesto continha a carga elétrica de uma paixão reprimida, pronta para ser liberada naquela tarde abafada de verão. A ansiedade e a excitação pairavam no ar, enchendo meus pulmões como ar rarefeito, me deixando prenhe do desconhecido e do pecado agridoce da tentação.
Os minutos se desenrolavam lentamente, alimentando a tensão entre nós, como se o tempo tivesse se recusado a avançar, querendo nos manter suspensos naquele momento de antecipação quase insuportável. Gabriel, com sua ousadia contida, aproximou seu corpo escultural do meu, mãos deslizando pelas curvas, explorando recantos proibidos de pele macia e convidativa. Seu olhar ardente, permeado de luxúria e desejo reprimido, sussurrava promessas indecentes que acendiam minha chama interior.
A água gelada se transformava em um cómplice das nossas carícias, um espectador mudo de uma dança proibida que se desenrolava sob sua superfície tranquila. As mãos de Gabriel, hábeis e intrépidas, mergulhavam como serpentes famintas em busca do calor que eu emanava, apertando, apalpando e explorando cada recanto erótico do meu corpo. Cada toque era um convite à entrega, um chamado silencioso à luxúria que nos envolvia como uma névoa sensual e embriagante.
Sem palavras, apenas gemidos abafados escapavam de minha garganta quando, de repente, senti sua ereção vigorosa pressionando contra minha bunda, a rola grande e pulsante ansiosa por invadir profundamente meu ser. O calor entre nós era sufocante, pairando como uma névoa de tesão que nos envolvia em sua teia de prazer proibido. “Você gosta disso, Isabela? Quer sentir meu pau duro dentro de você?”, sua voz rouca sussurrava no meu ouvido, ecoando promessas carnais que acendiam ainda mais meu desejo insaciável e minha vontade de ser tomada por ele.
Empurrando-me suavemente contra a borda da piscina, Gabriel começou a explorar minha intimidade, seus dedos ávidos deslizando pela pele sedosa da minha coxa, subindo lentamente em direção à minha bucetinha faminta, ansiosa por ser preenchida. Cada toque, cada carícia elétrica enviava ondas de prazer arrepiantes por todo o meu corpo, arqueando minhas costas em antecipação à invasão iminente. A água ao redor refletia nossos corpos margeados de desejo, como um espelho cúmplice que testemunhava nossa luxúria proibida.
Minha mente nublada pelo tesão ansiava por mais, implorava pela penetração voraz do seu pau, pronto para me possuir e me levar ao delírio de prazer incontrolável. Nosso calor misturado, nossos gemidos entrelaçados, eram a trilha sonora da nossa paixão improvável e avassaladora, que ardia como uma chama inextinguível em nossas almas famintas por satisfação carnal. Naquele instante, naquele lugar secreto onde a amizade se tornava cumplicidade erótica, éramos apenas Isabela e Gabriel, entregando-nos ao desejo proibido que nos consumia de forma avassaladora.
A tensão sexual entre nós atingia um ápice incontrolável, uma tempestade de desejo prestes a desabar sobre nós em ondas devastadoras de prazer visceral. Gabriel, com seu olhar faminto de luxúria, guiou-me para fora da piscina, seu corpo musculoso brilhando sob o sol escaldante, uma visão de virilidade crua que me encheu de um desejo imparável. Sem uma palavra, comunicamos nossa vontade e entrega mútua com olhares ardentes, queimando com a promessa de um êxtase compartilhado.
Deitada sobre uma espreguiçadeira próxima, entreguei-me a ele de corpo e alma, minha buceta latejando com anseio pelo toque do seu pau duro e ávido por me possuir por completo. Gabriel, dominado pela paixão incontrolável, posicionou-se entre as minhas pernas, sua rola enorme e pulsante apontando para a entrada faminta da minha intimidade, preparada para ser preenchida e possuída por ele em um ato de entrega e luxúria atoladora. Com um gemido rouco, ele penetrou-me, adentrando meu calor com uma mistura de dor e prazer arrebatadores.
Cada estocada impetuosa, cada movimento das suas ancas poderosas, enviava ondas de prazer ondulantes através de mim, minha pele latejando de excitação e frenesi sensual. Os gemidos entrelaçados, os suspiros entrecortados, eram a sinfonia do nosso ato proibido, uma música dos sentidos que nos envolvia e nos elevava a um trance de pura luxúria desinibida. “Isabela, você é tão gostosa, tão apertada”, ele sussurrava entre gemidos, prazer transbordante dançando em suas palavras que picavam no ar quente que nos envolvia.
Cada movimento era um passo em direção à explosão iminente, à rendição total de nossos corpos e almas à chama devoradora do desejo. Minha buceta contraía em torno do seu pau, levando-o ao limite de controle, à beira do abismo do prazer incontido. “Estou prestes a gozar, Isabela… Vou te encher com meu leite quente… Quero te ver coberta de mim”, ele ofegava, cada palavra impulsionando-nos às alturas do êxtase carnal, à consumação ansiada de uma entrega primal e desenfreada.
Finalmente, num momento de intensidade indescritível, senti sua rola pulsar dentro de mim, seu corpo arqueando em êxtase supremo enquanto me inundava com seu leite escaldante, preenchendo-me por dentro com a sua essência e calor. Cada jato de prazer era uma promessa cumprida, um ato final de entrega mútua que selava nossa conexão fugaz, ardente e inesquecível. O sol brilhava sobre nós, testemunha silenciosa de um ritual de luxúria e paixão que permaneceria gravado em nossa memória como um relâmpago de prazer transcendente.
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