Sexo Gay: O Colega de Academia que Divide o Chuveiro

Sexo Gay: O Colega de Academia que Divide o Chuveiro
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Olá, me chamo Lara e vou compartilhar com vocês uma lembrança muito excitante que sempre me faz tremer de desejo. Tudo aconteceu em uma tarde ensolarada no início do verão, logo após um treino intenso na academia. Tenho 25 anos, sou uma ruiva de olhos verdes penetrantes que contrastam com a minha pele leitosa. Meus seios são médios, mas naturalmente firmes, e meu bumbum é arrebitado, uma combinação que costuma chamar a atenção por onde passo.

Encontrei Jake, meu colega de academia, no vestiário e sem pensar muito, sugeri que dividíssemos o chuveiro. Ele, um moreno alto e esculpido pelos pesos da academia, prontamente concordou. Enquanto a água quente escorria pelos nossos corpos suados, uma tensão sexual pairava no ar, tornando ainda mais palpável o cheiro de desejo que nos envolvia.

“Uau, você não brinca em serviço, Lara. Que corpo escultural você tem”, disse Jake, com um olhar cheio de luxúria, fazendo meu sangue ferver. Retribuí o olhar, sem palavras, mas com toda a lascívia queimando em mim. Cada gota de água que caía sobre nossos corpos parecia acender ainda mais a chama da paixão que nos consumia.

Em meio àquele momento íntimo e proibido, nossas mãos se encontraram, explorando cada curva, cada músculo tenso. O calor da água misturado com o tesão que emanava de nossos corpos criava uma atmosfera de pura luxúria, alimentando a fome insaciável que crescera dentro de nós. E ali, sob os jatos quentes do chuveiro, sabíamos que não seria apenas a água que nos aqueceria naquele dia.

Sob o vapor do chuveiro, Jake me puxou para perto dele, suas mãos ávidas percorrendo meu corpo como se quisessem gravar em si cada curva, cada desejo reprimido. Nossas bocas se encontraram em um beijo voraz, cheio de urgência e paixão contida, e nossas línguas se entrelaçaram como se estivessem há muito tempo esperando por aquilo.

Sentia sua ereção pulsante roçando contra mim, enquanto suas mãos percorriam minhas costas, minhas coxas, até alcançarem minha bunda, apertando com firmeza, indicando o desejo incontrolável que o consumia. “Você é tão gostosa, Lara. Mal posso esperar para te ter por completo”, sussurrou Jake, sua voz rouca de desejo ecoando no ambiente úmido.

Sem dizer uma palavra, Jake me virou de costas, pressionando meu corpo contra a parede do chuveiro. Senti suas mãos habilidosas deslizando por minhas costas e descendo até minha bunda empinada. Com um movimento rápido, ele abriu as minhas nádegas e senti a ponta do seu pau duro e pulsante roçar a entrada da minha bucetinha molhada. Um gemido escapou de mim e, sem mais resistência, me entreguei ao prazer proibido que ele prometia.

A cada estocada firme de Jake, sentia meu corpo se entregar ao delírio do prazer. Seu membro grosso e rígido preenchia cada centímetro de mim, levando-me à beira do êxtase a cada movimento ritmado. “Ah, sim, isso, Jake! Mais fundo, mais forte”, gemi, enquanto as gotas quentes do chuveiro se misturavam com nossos suores e fluidos em uma dança lasciva e ardente.

A conexão carnal que compartilhávamos naquele momento transcendia qualquer lógica ou razão, era pura luxúria e desejo desenfreado que nos guiava. Sob a água quente que caía sobre nossos corpos entrelaçados, éramos apenas dois seres se entregando ao prazer proibido que o chuveiro testemunhava em silêncio.

O som dos gemidos abafados, dos corpos colidindo em um frenesi desenfreado, ecoava pelo espaço confinado do banheiro, como uma trilha sonora para a paixão desenfreada que nos consumia naquele momento de êxtase compartilhado. E ali, sob o véu da água quente e do desejo não contido, éramos apenas dois seres entregando-se ao calor intenso do prazer proibido que nos unia.

A cadência dos movimentos de Jake se intensificou, cada estocada me levando mais fundo no abismo do prazer. A sensação avassaladora de ser preenchida por ele, cada vez mais fundo, me deixava fora de controle, gemendo e pedindo por mais, por tudo o que ele tinha para me dar. Os sons dos nossos corpos se chocando ecoavam pelo banheiro, acompanhados pelos gemidos roucos que escapavam de nossos lábios entreabertos.

Em um ímpeto de luxúria desenfreada, virei-me de frente para ele, encarando seus olhos cheios de desejo voraz. “Quero sentir você gozar dentro de mim, Jake. Me dê todo o seu leitinho quente”, murmurei, minhas palavras carregadas de desejo e anseio carnal. Ele atendeu ao meu pedido, aumentando o ritmo das investidas, nos levando à beira do precipício do êxtase.

Cada estocada era um passo mais perto do abismo do prazer, e quando senti o calor abrasador percorrer meu corpo, soube que não havia mais volta. Com um gemido gutural, Jake se deixou levar pelo êxtase do orgasmo iminente, seus movimentos se tornando mais frenéticos, mais urgentes. E então, senti as ondas de prazer me envolverem, os espasmos do meu corpo se misturando com os dele em uma dança de prazer indescritível.

O ápice do prazer nos atingiu de forma avassaladora, nossos gemidos se fundindo em um só som de total entrega carnal. As mãos de Jake agarraram-me com firmeza, seus lábios encontraram os meus em um beijo voraz, enquanto o calor de seu gozo se misturava ao meu, nos inundando de prazer e satisfação. Cada pulsão, cada contração dos nossos corpos entrelaçados era um testemunho da intensidade do momento que compartilhávamos.

Ofegantes, abraçados sob a água que continuava a cair, trocamos olhares cúmplices e sorrisos satisfeitos, como se soubéssemos que aquela lembrança ficaria gravada em nós para sempre. O chuveiro testemunhou nossa paixão desenfreada, nossos corpos suados e entrelaçados um no outro, em meio ao vapor que nos envolvia como um manto de desejo satisfeito.

E assim, entre suspiros e olhares cheios de cumplicidade, soubemos que aquele momento, aquele desejo compartilhado, havia nos unido de uma forma única e indelével.

A intensidade do prazer que experimentamos, a entrega total um ao outro, era mais do que uma simples aventura de uma tarde quente no banheiro – era o início de algo muito mais profundo, erótico e apaixonado.

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