Olá, meu nome é Amanda. Tenho 27 anos, sou uma mulher loira de olhos verdes intensos e penetrantes. Meus cabelos longos caem em cascata pelas costas, contrastando com a minha pele clara e macia. Tenho seios fartos, firmes e uma bunda redonda e empinada, fruto das horas dedicadas na academia. Sempre fui uma pessoa confiante e ousada, em busca de experiências que despertassem meus desejos mais profundos.
Lembro-me claramente daquela tarde no consultório médico. O doutor Gustavo era um homem alto, moreno, de olhar sedutor e mãos firmes. Como médico, ele era preciso e profissional, mas algo em seu olhar me fazia sentir um calor intenso por dentro. Quando eu o via, meu corpo reagia instantaneamente, despertando desejos proibidos que me consumiam.
Eu havia marcado uma consulta de rotina, mas algo naquele dia parecia diferente. Conforme me deitava na maca, senti a tensão no ar aumentar. O médico começou o exame minucioso, suas mãos habilidosas percorrendo cada parte do meu corpo. Sua voz rouca sussurrava instruções, e eu sentia meu coração acelerar enquanto ele explorava cada curva, cada centímetro da minha pele arrepiada.
Gustavo se aproximou lentamente, sua presença imponente dominando o pequeno consultório. Nossos olhares se encontraram, faiscando de desejo e provocação. Uma troca de olhares intensa e carregada de expectativa. A atmosfera estava eletrizada, a pulsão sexual tomava conta do espaço. E naquele momento, eu sabia que algo incontrolável estava para acontecer…
Fui tomada por uma onda de excitação avassaladora, meu corpo clamava por mais daquelas sensações proibidas. Em meio ao exame minucioso, eu poderia sentir a química ardente que ardia entre nós. Cada toque, cada olhar, alimentava a chama de uma paixão proibida que ameaçava incendiar tudo ao nosso redor. Aquela tarde no consultório médico marcaria para sempre minhas lembranças mais íntimas e sensuais.
A tensão entre mim e o doutor Gustavo era palpável, nossos corpos ansiando pelo contato proibido que estava prestes a acontecer. Enquanto ele examinava minuciosamente cada parte do meu corpo, minhas mãos tremiam de desejo pelo toque proibido que ansiava. Gustavo percebeu a excitação que emanava de mim e, com um olhar cheio de luxúria, sussurrou: “Você parece tão gostosa, Amanda…”.
Sem dizer uma palavra, ele se aproximou, seus lábios roçando nos meus com urgência e desejo. Nossos beijos eram vorazes, cheios de paixão reprimida e anseio incontrolável. Enquanto ele me beijava, suas mãos ávidas exploravam cada curva do meu corpo, deslizando pela minha pele aquecida de desejo. Os gemidos escapavam dos nossos lábios unidos, prenunciando a entrega total à luxúria que nos dominava.
Gustavo me deitou suavemente na maca, seus olhos ardentes fixos nos meus, transmitindo a promessa de prazer infinito. Suas mãos habilidosas desabotoaram minha blusa lentamente, revelando meus seios empinados e sensíveis à sua carícia provocante. Senti seu hálito quente contra minha pele quando ele sussurrou: “Você quer sentir o que é prazer de verdade, Amanda?”.
Sem esperar por uma resposta, deslizou sua mão por baixo da minha saia, encontrando minha bucetinha encharcada e pulsante de desejo. Ele acariciou cada centímetro com maestria, acendendo chamas de prazer que me consumiam. O calor do seu toque era eletrizante, despertando desejos ocultos e incontroláveis. Eu gemia alto, pedindo por mais, ansiando por sentir seu pau grosso me preenchendo por completo.
Gustavo abaixou suas calças, revelando um pau duro e pulsante, ansioso por explorar meu corpo com voracidade. Suas mãos ágeis guiaram seu membro para minha entrada molhada, deslizando com facilidade e enchendo-me de prazer intenso. Cada estocada era como uma promessa de êxtase, cada gemido era um convite à entrega total. Naquele consultório, as fronteiras entre médico e paciente desapareceram, dando lugar a um desejo incontrolável de prazer desenfreado.
A medida que Gustavo me penetrava com vigor e maestria, eu me perdia em um frenesi de prazer arrebatador. Cada estocada era um gemido abafado, um suspiro de êxtase que escapava dos meus lábios entreabertos. O médico, agora dominador e faminto por prazer, me fazia implorar por mais, por uma entrega total e desvairada ao êxtase que se aproximava.
Senti-me à beira do abismo do prazer, meu corpo vibrando em antecipação ao clímax avassalador que se aproximava. Gustavo intensificou os movimentos, seu pau grosso preenchendo-me por completo, roçando contra os pontos mais sensíveis do meu corpo, levando-me à beira da loucura de prazer inimaginável. Cada investida me empurrava mais fundo na espiral de desejo e luxúria.
Os gemidos ecoavam no pequeno consultório, um ritual de entrega mútua ao prazer pecaminoso que nos consumia por inteiro. Eu ansiava por sentir a liberação do desejo acumulado, a explosão de paixão proibida que nos unia em um frenesi de corpos suados e desejos latentes. Gustavo, com a maestria de um deus do prazer, acelerou os movimentos, ansiando pelo clímax que se aproximava.
Em um momento de sublime rendição à luxúria incontrolável, eu pedi a Gustavo: “Goza em mim, me preenche com seu leite quente, enche minha buceta sedenta com sua essência”. O médico, atendendo ao meu pedido lascivo, acelerou ainda mais os movimentos, impulsionando-nos em direção ao clímax avassalador que se aproximava a passos largos. A tensão era palpável, o desejo incontrolável, e, finalmente, numa explosão de sensações…
Gustavo me encheu com seu leite quente, um turbilhão de prazer e paixão que nos envolveu em um abraço afetuoso e intenso. Cada gota de prazer compartilhado era uma promessa de luxúria realizada, cada gemido era uma declaração de amor ao desejo que nos unia em uma conexão carnal que transcendera os limites do consultório médico. Naquele momento de união total, éramos somente dois corpos entrelaçados em paixão proibida, saciando os desejos mais íntimos e obscuros em uma dança de prazer sem fim.
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